segunda-feira, 15 de novembro de 2021
Ronaldos ontem e hoje
Ronaldos ontem e hoje: Ao major-general Carlos Branco, autor de um livro sobre o fracasso do Ocidente no Afeganistão, pergunto hoje, no DN, se, depois do regresso dos talibãs ao poder, as mortes do comando João Roma Pereira e do paraquedista Sérgio Pedrosa foram para nada. A resposta do militar, agora académico, é esclarecedora: "Tenho dificuldade em afirmar que tenham morrido em vão. Antes de estarem ao serviço da ISAF encontravam-se ao serviço da política externa portuguesa. Eram instrumentos dessa política. Como membros das Forças Armadas nacionais naquele conflito, faziam parte do esforço de afirmação de Portugal no seio da Aliança Atlântica, resultante do dever de solidariedade a que Portugal se encontra obrigado como membro da NATO. A morte de soldados portugueses em operações internacionais no Afeganistão e em outros teatros de operações é o preço indesejado que por vezes se tem de pagar para que o país seja considerado e respeitado pelos seus pares."
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