domingo, 9 de janeiro de 2022

Quase só os impostos (ainda) os separam

Quase só os impostos (ainda) os separam: António Costa mudou. Já não é o homem que conseguiu um acordo histórico com a extrema-esquerda e o Partido Comunista para fazer o que nunca antes fora tentado, governar sem ter ganho as eleições; o governante que pôs todas as fichas - ou, mais literalmente, todos os euros disponíveis - na rua, entre renacionalizações, subsídios, contratação recorde de funcionários públicos e injeções em empresas do setor do Estado, ora desprezando ora castigando a iniciativa privada. Já não é o primeiro-ministro que distribuiu generosamente pastas e pastinhas desdobrando as suas legislaturas em ministérios, dando origem aos maiores governos da história do país - primeiro 18, depois 20, gabinete do primeiro-ministro incluído.

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