segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Novidades sobre Linha C do Metro : Vai ser prolongada do ISMAI até ao Muro (para já, e depois?) OBS do Blog: Será que hoje é Dia das Mentiras?

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MARCA
ARRANQUE DA CHEGADA DO METRO À TROFA!
Os municípios da Maia e Trofa emitiram um comunicado onde se congratulam pela homologação do Protocolo de Cooperação, firmado na semana passada, e que viabilizará o prolongamento da Linha C do Metro.

Desta forma, é dado o pontapé de saída para que a Metro do Porto estenda a sua rede ao concelho da Trofa, prolongando a linha entre a estação do ISMAI, na Maia, e a zona urbana da freguesia do Muro, na Trofa. A decisão foi protocolada pelos municípios da Maia e da Trofa, com a Metro do Porto, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e homologada pela Secretaria de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações e pela Secretaria de Estado do Tesouro e Finanças.

O traçado da nova linha terá início logo após a Estação ISMAI, na Maia, desenvolvendo-se em via dupla com aproveitamento do antigo canal ferroviário, numa extensão de 3.250 metros que inclui zona de parqueamento.

De acordo com o projeto da Metro do Porto, serão criadas duas estações, Ribela e Muro, que procurarão dar resposta aos fluxos de circulação desenvolvidos pelo crescimento urbano dos últimos anos. A antiga Estação Ferroviária do Muro será reabilitada, devendo os edifícios existentes ser recuperados e usados como elementos caracterizadores da estação, comportando zonas de espera, instalações sanitárias e áreas técnicas e de apoio à exploração.

Expresso Curto

Bom dia, já leu o Expresso Curto
Bom dia, este é o seu Expresso Curto 

Ricardo Costa
POR RICARDO COSTA

5 de Outubro de 2015

Deitou-se confuso? Acordou confuso? Calma, o país inteiro está assim


Foi daqueles que começou a noite de ontem a achar que era tudo relativamente simples? Que a coligação podia chegar à maioria, que o PS estava em destroços e ia perder o líder, que o PCP ainda podia ficar à frente do Bloco, que o Bloco tinha uma boa votação e que o Livre, o PDR e o JPP podiam eleger e que, já agora, a abstenção podia ter diminuído?

Pois, seja bem-vindo ao mundo real. É que, de todas as ideias feitas das 8 da noite, só uma é que ainda estava de pé ao início da madrugada: o extraordinário resultado do Bloco, que ultrapassou o PCP e duplicou o número de deputados. O resto foi reduzido a pó, ou pelo menos, deixou o estado sólido e evaporou-se com o passar das horas.

Veja o que aconteceu às outras ideias que animaram a noite durante algumas horas: a) a coligação venceu com seis pontos de vantagem, mas ficou a léguas da maioria absoluta; b) o PS ficou muito longe da vitória, mas ninguém consegue fazer nada no Parlamento sem os seus votos e o líder está a tentar fazer dessa fraqueza uma força; c) oPCP até ganhou um deputado, mas foi esmagado pelo Bloco; d) oPAN foi o único pequeno partido que elegeu um deputado; e) aabstenção voltou a aumentar. Ah, e as sondagens, que tanta gente queria crucificar na campanha, estavam na rota certa.

E agora? Pois, isso queria eu saber. Agora, sejam bem-vindos a um regime que tanto é parlamentar como semi-presidencialista. Coisa que já todos sabíamos, mas de que estávamos um pouco esquecidos.

Só mais uma lembrança. Quem acertou em cheio neste cenário foi oPresidente da República, que, há muitos meses anda a dizer que os partidos teriam que mostrar muita maturidade e capacidade de negociação no pós-eleições. Eu sei que a popularidade de Cavaco Silva anda por baixo e que o mandato está a acabar, mas este é exatamente o tipo de cenário que ele antecipou há meses e que repetiu ao limite.

E agora? Pois, acho que já fiz esta pergunta dois parágrafos acima, mas é natural que todos a façamos várias vezes. Agora, a coisa é tão simples quanto complicada. Simples, porque a negociação e o compromisso são a coisa mais normal de uma democracia parlamentar. Complicada, porque os meses que anteciparam estas eleições e, sobretudo, o período de campanha só cavaram o fosso entre os candidatos.

Vamos, então, a algumas pistas, que tanto podem estar válidas por umas horas como por uns dias:

a) Todos os partidos estão neste momento a adivinhar umalegislatura que terá, no máximo, dois anos. Este é o principal facto da noite. Dos vencedores aos vencidos, todos assimilaram que o ciclo que se abriu ontem não deve aguentar quatro anos.

b) A coligação PSD-CDS quer continuar a governar, agora em minoria, e está disposta a negociar com o PS. Mas isso obriga a uma mudança total de estilo – em quatro anos, Passos não negociou quase nada – e a uma permanente capacidade de gerar compromissos no Parlamento.

c) Um palpite sobre este ponto: só um governo com uma enorme remodelação e um fortíssimo núcleo político é que aguenta um embate destes. Lembram-se do Cavaco de 1985 ou do Guterres de 1995? O problema é que tanto Cavaco como Guterres vinham em rota ascendente e Passos e Portas recuaram 12% nas intenções de voto, o que lhes retira margem política.

d) António Costa surpreendeu tudo e todos ao fazer uma jogada típica do judo. Usou o peso do adversário para tentar virar o jogo. Só o pode fazer porque não há um candidato óbvio à sucessão e porque o PS fica numa posição charneira, podendo ajudar uma maioria à direita ou criando condições para uma maioria à esquerda. Assim, transformou temporariamente uma derrota estrondosa numa vitória posicional. Aguenta nessa posição? Depende de como a citação evoluir, mas o jogo que ontem devia ter acabado seguiu direto para prolongamento com as substituições esgotadas.

e) A ideia de uma maioria de esquerda parece mais numérica que real. O PS já avisou que não participa em maiorias negativas, ou seja, não deita um governo PSD-CDS abaixo sem que haja uma solução alternativa. E isso obriga o Bloco e o PCP a irem a um jogo negocial a que não estão habituados e onde podem perder identidade.

Resumindo, o cenário mais provável é um governo PSD-CDS obrigado a negociar fortemente com o PS. Se isso falhar, fica aberto o caminho a um governo minoritário socialista com apoios (ou abstenções, que chegam e sobram) à esquerda ou à direita. Muito menos provável – porque os programas são demasiado distantes – seria um governo PS-Bloco ou outra variante qualquer à esquerda. Vamos ver oq eu nos dizem os próximos dias.

Para terminar, as eleições presidenciais ganharam algum peso porque o próximo PR vai herdar uma situação política frágil e vai ter que gerir este ciclo político, que é aparentemente mais curto.

OUTRAS NOTÍCIAS
Sim, eu sei, que as nossas eleições são a coisa mais importante do mundo, e que nem dá para falar do Gaitán no café e que fica mal discutir futebol num dia destes, mas guarde dois minutos para saber algumas coisas que se passam mundo fora (e na bola, claro) e que convém estar a par.

Primeiro a Síria, país de onde sai uma enorme parte dos refugiados que chega à Europa e onde Putin fez uma entrada de leão sem pedir licença nem bater à porta. E o que é que isso interessa, pergunta o leitor? Muito.

Para começar, é a primeira intervenção russa numa guerra fora do seu território natural (a Ucrânia ou a Georgia cabem na “grande Rússia”) desde o velho Afeganistão. Depois, Putin defende que Assad não deve cair. Terceiro, os aviões russos – Moscovo tem uma importante base militar na costa síria – resolveram bombardear rebeldes sunitas que estavam a ser financiados pelos EUA. Quarto,Washington, Londres e Paris estão em fúria com Putin, porque, ao atacar outros rebeldes moderados, reforça o poder do Estado Islâmico (Daesh).

Conclusão, Putin está a dizer à coligação internacional que Bashar Al-Assad tem que fazer parte de qualquer solução para o conflito e que sem Moscovo e Teerão – Assad, é alauíta, uma seita xiita, e domina uma país maioritariamente sunita – ninguém resolve nada. Um problema dramático que agora sobe de tom.

Segundo lugar para o Afeganistão, onde as ondas de choque de um ataque americano a um hospital em Kunduz, onde morreram 22 pessoas, não param. O ataque era, em teoria, contra guerrilheiros taliban, mas acertou em cheio numa operação dos Médicos sem Fronteiras. Washington vai investigar o que aconteceu, mas o embaraço é enorme.

Em Israel, a tensão disparou depois de vários incidentes que provocaram a morte de quatro judeus. Num gesto sem precedentes, o governo encerrou a cidade velha de Jerusalém a todos os palestinianos não-residentes

Na Riviera francesa as cheias deixaram um enorme rasto de destruição e teme-se que haja pelo menos 19 mortos em Cannes, Nice ou Antibes.

Na Guatemala, três dia depois de um gigantesco deslizamento de terras na aldeia de El Cambray, foram recuperados 96 cadáveres, masainda há 300 desaparecidos.

Tem contas a ajustar com as agências de rating? Então esteja atento a um julgamento que vai começar na cidade de Triani e que senta no banco dos réus cinco funcionários da Standard & Poor’s e da Fitch. Os funcionários e as agências são acusados de terem provocado prejuízos desnecessários e injustificados a Itália em 2011 and 2012.

Ah, e enquanto votámos e contámos votos, ontem foi dia de futebol. O União da Madeira-Benfica foi interrompido e adiado devido ao nevoeiro. O Porto ganhou ao Belenenses por 4-0 e o Sporting esmagou o Guimarães por 5-1.

Para lá do Canal da Mancha, o Mundial de râguebi prossegiu a grande ritmo, com sucessivas lições de bem jogar e fair-play. A anfitriã Inglaterra ainda está em estado de choque, depois de ter sido eliminada na fase de grupos depois ao perder com a Austrália. Ontem, Argentina e Irlanda venceram com folga e seguiram para os quartos-de-final da terceira prova desportiva mais vista em todo o mundo.

Para quem gosta de séries televisivas ou quer esquecer a política nacional, tem uma bela solução à sua frente. É que a semana é pródiga em estreias de séries televisivas. Leia este artigo da última Revista do Expresso – “séries até à eternidade” -, compre pipocas e afunde-se no sofá. Quando acordar talvez já haja governo…

FRASES
“Manifestamente não me demito”. António Costa, líder do PS, com a frase que acabou por condicionar toda a noite eleitoral

“Portugueses não perdoariam que a sua vontade fosse desrespeitada”. Paulo Portas, líder do CDS, depois do discurso do líder socialista

“Catarina Martins, que é a heroína da campanha”. Francisco Louçã, ex-porta-voz do Bloco de Esquerda a chegar à sede do partido

O QUE EU ANDO A LER
Com a campanha acabada, peguei de novo num livro que vale a pena recordar em momentos quentes da nossa política. Alpha Dogs, deJames Harding, é considerado por muitos como o melhor livro sobre campanhas políticas. Foi-me oferecido há uns anos pelo Luís Paixão Martins e conta como uma pequena empresa de comunicação americana – a Sawyer Miller –se transformou num sucesso global nas campanhas políticas. Quem viu algum episódio de Mad Man, pode olhar para este Alpha Dogs como o guião base para uma belíssima série sobre os bastidores da comunicação política, embora com menos álcool, sexo e luxúria.

O livro devia ser lido por todos os que participam em campanhas e também pelos candidatos. Tem muita política americana, mas também a fabulosa campanha de Cory Aquino nas Filipinas ou o desastre de Mario Vargas Llosa no Peru, a luta pela democracia na Coreia do Sul ou o inesquecível referendo que tirou do poder Pinochet, enquanto a Sawyer Miller se transformava numa grande empresa.

Quase no fim do livro, há um episódio extraordinário que mostra bem o valor das sondagens e estudos no mundo em que vivemos. Em 2006, a Sawyer Miller estava a fazer trabalho de campo no Nepal, quando um dos entrevistadores foi raptado pela guerrilha maoista. O entrevistador foi dado como morto até ao momento em que os maoistas fizeram um inusitado pedido de resgate: libertavam o funcionário em troca do estudo de opinião!

A guerrilha viu naquele rapto uma oportunidade única de conhecer a opinião da população nepalesa sobre a delicada situação política, particularmente confusa depois de um incrível regicídio. Curiosamente, os maoistas nepaleses chegaram ao governopouco tempo depois, embora por pouco tempo…

Hoje não garantimos notícias sobre sondagens ou maoistas (a coisa, ontem, correu mal ao MRPP…) no Expresso Online, mas, de resto, vai haver de tudo e em quantidade: notícias, análises, reviravoltas, é só escolher.

O dia promete e o melhor é estar atento. Ao fim da tarde o Expresso Diário assenta toda a poeira e traz notícias frescas, análises cuidadas e muita opinião em primeira mão. Amanhã bem cedo o João Vieira Pereira assina o Expresso Curto depois de um dia que promete ser muito animado. Bom dia.



domingo, 4 de outubro de 2015

6h 38 m de 5 de OUTUBRO - Actualize-se já sobre as Legislativas e não só.

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Resultados finais: Coligação vence legislativas sem maioria - Legislativas - Jornal de Negócios

Resultados finais: Coligação vence legislativas sem maioria - Legislativas - Jornal de Negócios

Dia de eleições - Notícias de Domingo, 4 de Outubro de 2015 - Obs do Blog: JÁ FOI VOTAR? NÃO SE PONHA COM DESCULPAS DE MAU TEMPO!


SE AINDA NÃO FOI VOTAR, PROGRAME A HORA PARA IR!
OU QUER FICAR NO LOTE DOS IMBECILIZADOS E RESIGNADOS?
MAS UM VOTO VÁLIDO, UM VOTO CONTRA A CORRUPÇÃO!



 Notícias de Domingo, 4 de Outubro de

 2015. 

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã 

Eleições: Mais de 9,6 milhões de eleitores podem votar hoje nas legislativas 
Furacão 'Joaquín' aproxima-se das Bermudas depois de causar quatro mortos nos EUA 
México envia missão de apoio à Guatemala após deslizamento de terras 
Incêndios: Dominado fogo em Belas que atingiu perímetro do Quartel da Carregueira 
Um palestiniano abatido pela polícia depois de ataque com faca em Jerusalém 
Pelo menos 12 mortos devido a chuvas intensas na Riviera Francesa - Autoridades 
Sobe para 73 número de mortos no deslizamento de terras de quinta-feira na Guatemala 

Capa do PúblicoPúblico 

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias 

Brincadeiras com lasers põem em risco segurança de aviões 
Justiça vai investigar famílias dos idosos que chegam à Linha SOS 
Uma beleza imperfeita saída do divórcio 
Aqui sabe a Portugal. Mas também é ponto de encontro e de ajuda 
Programas, metas e provas sobrecarregam alunos com trabalhos para casa 
Sínodo da família volta ao Vaticano um ano depois, mas a divisão é a mesma 
Democracia a votos 

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias 

Atirador que matou nove pessoas em universidade suicidou-se 
Uvas de Alvarinho são as mais caras do país 
O longo caminho das uvas até ao copo de vinho 
Músicos sírios vêem esperança nos olhos dos europeus 
Incêndio em Belas atingiu perímetro militar do Quartel da Carregueira 
Supressão dos acentos nas palavras homógrafas: pelo, para, molho, sede, cor 
Ator Ruy de Carvalho foi hospitalizado após queda 

Capa do ii 

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios 

Cavaco apela ao voto num acto eleitoral "particularmente importante" 
A pronúncia do Norte agora é Queer 
O outro lado dos campeonatos de videojogos 
Indústria de videojogos tornou-se num desporto. E há quem ganhe dinheiro 
O estilista que se chama Lauren por causa de Sophia 
ENMC: "O preço dos combustíveis 'premium' baixou bastante" 
Vinhos: Homenagem aos Pinot Noir Campolargo 

Capa do A BolaA Bola 

Capa do RecordRecord 

Sindicato peruano ao lado de Carrillo 
Brahimi a desequilibrar sem marcar 
Sérgio Conceição reclama 1 milhão de euros 
Carrillo não estará hoje em Alvalade 
Olhos postos nos 3 pontos 
Uma longa seca de cinco meses 
CDUL sofre mas entra a ganhar 

Capa do O JogoO Jogo 

Nuno Miguel Santos ou "uma espécie de Maxi" 
O porquê de ser Magician 
A tromba de água que interrompeu o Nice-Nantes 
Espanha: resultados da sétima jornada 
"Tenho de conquistar o meu espaço no FC Porto" 
The Magician foi o padrinho dos dragões 
"Não negoceio com base em chantagens" 

sábado, 3 de outubro de 2015

Notícias - Sábado, 3 de Outubro de 2015 - Véspera das eleições legislativas: AMANHÃ, VÁ VOTAR, MAS MUDE O SEU TRIVIAL SENTIDO DE VOTO. AQUI NÃO HÁ PARTIDARITES OU CLUBITES!


Notícias de Sábado, 3 de Outubro

 de 2015.

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã 

Regulador sem meios para fiscalizar setor da procriação assistida, cada vez mais mercantilista 
HRW pede libertação de duas jovens detidas por alegadamente serem lésbicas na Indonésia 
Três mortos em ataque aéreo a hospital dos Médicos Sem Fronteiras em Kunduz, Afeganistão 
Milhares assinalam na Cidade do México aniversário de massacre estudantil de 1968 
Rússia quer propor a membros da ONU acordo de "não-ingerência" em assuntos internos 
Chefes da diplomacia dos EUA e Irão discutiram aplicação do acordo nuclear 
Morte de funcionário de esquadra de polícia australiana é considerada ato terrorista 

Capa do PúblicoPúblico 

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias 

Estes gauleses são loucos por Portugal e vieram viver para cá 
Os heróis de papel nunca morrem 
Ilumina-o ou elimina-o 
Vice-presidente do PSD agredido durante a campanha 
Euromilhões: Veja se foi hoje que ficou milionário 
Mau tempo está de volta: aviso amarelo para 11 distritos de Portugal 
Sócrates já informou a que horas irá votar. E terá escolta policial? Defesa diz que não 

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias 

Incêndio causa estragos em café 
Reino Unido afirma que apenas 5% dos ataques russos atingem o Estado Islâmico 
Viveiro de craques nas Caxinas e Póvoa de Varzim 
Duas explosões na Nigéria provocam vários mortos 
Veterano deu o corpo às balas no massacre de Oregon 
Chuva de estrelas na Exponor 
Golo de André Claro dá triunfo do Vitória de Setúbal sobre Estoril-Praia 

Capa do ii 

Capa do Diário EconómicoDiário Económico 

Conheça o smartphone que transfere 3 Gb em 25 segundos 
Porto e Benfica marcam pontos na Europa 
Apostadores 'online' arriscam transformar-se em "foras-da-lei" 
“Lamento a situação em que está José Sócrates” 
Facebook: as cidades que os turistas preferem 
"Quanto mais os angolanos estiverem presentes na economia portuguesa mais protegidos estaremos em Angola" 
A CEO que se afirma no mundo dos seguros 

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios 

EUA: armas de fogo matam mais do que ataques terroristas 
Zeinal escapa a primeira vaga de processos da Pharol 
Zona Franca da Madeira baralha contas externas 
Saiba se tem o que é preciso para ir votar no dia 4 de Outubro 
Matérias-primas provocam reviravolta positiva em Wall Street 
Cinco gráficos que explicam a queda da bolsa de Lisboa no trimestre 
Hovione investe 50 milhões de euros e cria 360 postos de trabalho nos próximos três anos 

Capa do A BolaA Bola 

Capa do RecordRecord 

Teo em dificuldades 
Oito adeptos identificados no Vicente Calderón 
Jesus vai apostar na artilharia pesada 
Imbula: «Confio nas minhas capacidades» 
Há futuro neste presente a Matheus 
Benfica quer garantir já Zivkovic 
Neymar cumpre 100.º jogo oficial frente ao Sevilha 

Capa do O JogoO Jogo 

TAS rejeita o recurso por Neymar 
Caixa de velocidades trama Sébastien Ogier 
Nova Zelândia não encanta, mas avança 
Mais uma medalha para Portugal, agora bronze 
"Hoje tinha de ser, tínhamos de vencer" 
Estoril deixa o Bonfim sem fazer história 
"Fomos superiores, mas não marcámos..."