Com todo o respeito por Eusébio, também não exageremos
Texto recebido do nosso leitor Augusto Küttner de Magalhães:
Como é evidente Eusébio representou Portugal lá fora como poucos o têm feito. Para a grande maioria dos portugueses, que evidentemente gostam e sempre gostaram e gostarão de Futebol, a ideia de se falar tanto em Eusébio é compreensível.
Porém, talvez haja um pouco de exagero em tanta divulgação sobre, com e de Eusébio, mostrando-se todos os meios de comunicação social bloqueados em Eusébio. Quando o País estacou por Eusébio ter morrido, quando tudo neste País deixou de ser relevante para além de Eusébio, o próprio futebolista, se lhe fosse possível ver este panorama, talvez, sendo um bom homem, ficasse um pouco assustado. Quando todos temos mais que fazer pelo País, os media ficaram sem ter mais nada sobre que falar.
Claro que, para quem não gosta de futebol, como é o caso do anormal que está a escrever estas linhas, tudo parece demasiado. Há que assumir que a normalidade é gostar de futebol. Mas talvez não devesse haver uma necessidade de devitar tanto tempo em todos e em cada meio de comunicação social à morte de Eusébio, esquecendo durante três dias tudo o resto. O País continua, e continuará. Espera-se!
Sendo uma referência, sendo uma das pessoas que fez Portugal ser conhecido internacionalmente, em especial no tempo do antigo regime, que era demasiado fechado sobre si mesmo, talvez continuemos ainda nos 3 Fs, que eram apanágio do antes 25 de Abril de 1974. Fado, Futebol e Fátima.
Uma vez que um está aqui por todo o lado, o Futebol. O outro esteve, também aqui, com as comparações de Eusébio a Amália, ou seja o Fado. E Fátima nunca deixou, pelas mais variadas formas, de estar também presente.
E extraordinariamente, desde o Presidente da República, ao Primeiro-ministro e a todos os chefes de cada Partido da oposição se reuniram em torno de Eusébio.
Talvez seja chegado, então, o tempo de haver mais consensos, até em memória de Eusébio, entre todos os portugueses, para conseguirmos finalmente, com alguns compromissos e consensos, fazer crescer o País.
É a altura pensarmos como podemos, em conjunto, ajudar a melhorar o País. Será possível entendermo-nos com vista a um futuro melhor?
Esta seria decerto a melhor homenagem a Eusébio.
Porém, talvez haja um pouco de exagero em tanta divulgação sobre, com e de Eusébio, mostrando-se todos os meios de comunicação social bloqueados em Eusébio. Quando o País estacou por Eusébio ter morrido, quando tudo neste País deixou de ser relevante para além de Eusébio, o próprio futebolista, se lhe fosse possível ver este panorama, talvez, sendo um bom homem, ficasse um pouco assustado. Quando todos temos mais que fazer pelo País, os media ficaram sem ter mais nada sobre que falar.
Claro que, para quem não gosta de futebol, como é o caso do anormal que está a escrever estas linhas, tudo parece demasiado. Há que assumir que a normalidade é gostar de futebol. Mas talvez não devesse haver uma necessidade de devitar tanto tempo em todos e em cada meio de comunicação social à morte de Eusébio, esquecendo durante três dias tudo o resto. O País continua, e continuará. Espera-se!
Sendo uma referência, sendo uma das pessoas que fez Portugal ser conhecido internacionalmente, em especial no tempo do antigo regime, que era demasiado fechado sobre si mesmo, talvez continuemos ainda nos 3 Fs, que eram apanágio do antes 25 de Abril de 1974. Fado, Futebol e Fátima.
Uma vez que um está aqui por todo o lado, o Futebol. O outro esteve, também aqui, com as comparações de Eusébio a Amália, ou seja o Fado. E Fátima nunca deixou, pelas mais variadas formas, de estar também presente.
E extraordinariamente, desde o Presidente da República, ao Primeiro-ministro e a todos os chefes de cada Partido da oposição se reuniram em torno de Eusébio.
Talvez seja chegado, então, o tempo de haver mais consensos, até em memória de Eusébio, entre todos os portugueses, para conseguirmos finalmente, com alguns compromissos e consensos, fazer crescer o País.
É a altura pensarmos como podemos, em conjunto, ajudar a melhorar o País. Será possível entendermo-nos com vista a um futuro melhor?
Esta seria decerto a melhor homenagem a Eusébio.
Augusto Küttner de Magalhães

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