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Um milhar de manifestantes exigem Metro
do Mondego
Vindos
de Coimbra, Lousã, Góis e Miranda do Corvo, manifestantes reivindicam
conclusão do Metro adiado após investimento de cerca de 150 milhões de euros.
Isabel Paulo
8:20 Sábado, 11 de janeiro de 2014Última atualização há 42
minutos
DRImagem do projeto disponível
no site do Metro do Mondego
Prometido há quase 20
anos, o adiado Metro do Mondego mobiliza, hoje, junto à residência oficial de
Pedro Passos Coelho, cerca de um milhar de pessoas vindas de Coimbra, Lousã,
Miranda de Corvo e Góis.
O transporte dos
manifestantes será assegurado pelas câmaras locais, que, tal como o Movimento
Cívico da Lousã e Miranda do Corvo, reivindicam o reinício das obras de
construção do Metro e o compromisso do Governo que o projeto será
candidatável aos fundos do próximo Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020.
Segundo Jaime Ramos,
líder deste movimento, a chegada a Lisboa está prevista para as 10h, tendo já
recebido a garantia que os responsáveis pelo protesto serão recebidos pelo
chefe de gabinete do primeiro-ministro, que "justificou a ausência com
outro compromisso".
Interrompidas há mais
de dois anos, após o Governo de José Sócrates ter desativado em 2010 a
linha do Ramal da Lousã, as obras do Metro que esventraram Coimbra "já
absorveram um investimento de quase 150 milhões de euros", refere
Pedro Coimbra.
Causa
une partidos
O líder do PS Coimbra,
que mesmo não estando presente apoia os protestos em Lisboa, sustenta que
esta é uma causa transversal suprapartidária na região, afirmando que
"só por falta de vontade política" não se resolve.
Tal como Jaime Ramos e
Pedro Coimbra, também Paulo Leitão está solidário com os manifestantes pela
retoma do projeto do Metro, que "trará enormes benefícios para a
região, com um mínimo de custos para o país".
De acordo com Jaime
Ramos, a comparticipação europeia pode chegar aos 95%, recordando que Passos
Coelho e todos os partidos com assento na Assembleia da República já se
comprometeram publicamente a concluir o projeto.
"Não se trata de
uma obra nova, são milhões de euros que irão para o lixo se o metro do
Montego não tiver prioridade a financiamento europeu", diz Jaime Ramos,
que lembrando que um milhão de passageiros foram afetados com o corte da
linha da Lousã.
"Uma
questão de ética e confiança"
João Paulo, da JSD de
Coimbra, estrutura que estará representada, em Lisboa, por alguns dos seus
membros, frisa que a região de Coimbra não pode ser de novo prejudicada pelo
poder central, depois de Passos Coelho ter prometido à população que o Metro
seria candidato a financiamento europeu.
"É uma questão de
ética e de confiança entre eleitores e eleitos", acrescenta o líder da
JSD.
Palavras-chave
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OBSERVAÇÃO DO BLOG: E OS INTERESSADOS NO METRO DA TROFA DE QUE É QUE ESTÃO À ESPERA? QUE LHES CAIA DO CÉU, OU QUE NUNCA MAIS SE FAÇA?

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