sexta-feira, 19 de maio de 2017

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017

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Correspondência Guilherme Thedim - Irmã Lúcia: Exposição

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Capitães do Sporting pedem para sair: Adrien, Rui Patrício e William falaram com a SAD e explicaram os motivos do desgaste e o desejo de mudar

domingo, 14 de maio de 2017

GURUSHOTS - The world's greatest game




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sábado, 13 de maio de 2017

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terça-feira, 9 de maio de 2017

Fátima: visões ou aparições? | Uma entrevista com o Cónego José Manuel dos Santos Ferreira. Um extenso e abrangente documento que pretende clarificar tão melindroso assunto.


                                                      

Fátima: visões ou aparições?


·                                 Cón. José Manuel dos Santos Ferreira

9/5/2017, 0:40


Pode haver visões ou aparições? Como se distinguem? E que aconteceu em Fátima? Foram aparições ou simplesmente visões?

O filósofo francês Jean Guitton (1901-1999), num livro intitulado Os misteriosos poderes da fé, escrito em diálogo com o jornalista e escritor Jean-Jacques Antier, (edição francesa de 1997 e tradução portuguesa de 2000), observa que as pessoas com fé tendem a admitir que as visões ou aparições são possíveis e que até já aconteceram muitas vezes, ao passo que os descrentes ou céticos dirão que não têm qualquer consistência ou realidade, nem sequer podem existir. Para estes, aquilo a que chamamos visão ou aparição não é mais do que um estado doentio em que o protagonista se apercebe de uma sensação sem que esta tenha nenhuma causa real na sua origem. Para os crentes, porém, a aparição ou visão é uma experiência real (p. 283 da edição portuguesa).

Admitindo que possam existir, como se distinguem «visões» de aparições»?

O mesmo filósofo distingue entre visões exteriores e visões interiores. “As visões exteriores, ou visões sensíveis, ou aparições, implicam a representação de uma entidade sobrenatural – por exemplo a Virgem Maria – sob uma forma percetível aos sentidos”. Aqui, “o objeto apresenta-se no espaço real e aqueles que acompanham o vidente podem vê-lo ou não. Pelo contrário, as visões interiores são circunscritas exclusivamente à consciência do vidente, e as eventuais testemunhas não as veem” (p. 284).

A distinção essencial é, portanto, entre “visão interior, cujo objeto está circunscrito à consciência do sujeito, e a visão exterior (ou aparição), cujo objeto se apresenta sensivelmente no espaço real” (p. 285).

O teólogo francês Louis Bouyer, no seu Dicionário de Teologia, define assim o conceito de aparição: “Chama-se aparição a uma manifestação de Deus, dos anjos ou até de seres humanos que já morreram, (santos ou não), que se apresenta de uma forma que impressiona os sentidos”. E conclui: “Deus, os anjos e os santos podem manifestar-se a nós, se tal for a vontade divina, tanto por uma simples impressão sobrenatural feita sobre a nossa imaginação, como pela apresentação objetiva aos nossos sentidos de uma realidade corporal ou material de origem milagrosa” (trad. espanhola de 1990, p. 84).

E em Fátima, para aqueles que acreditam, houve visões ou aparições?

O filósofo português Carlos Henrique do Carmo Silva, num artigo publicado por ocasião do 80º aniversário dos acontecimentos de Fátima (“Aparições e experiências místicas: reflexão sobre o fenómeno de Fátima e contributo para uma sua renovada meditação espiritual”, Didaskalia, Lisboa 1998), caracteriza o que aqui aconteceu como “um celeste contacto” (p. 21), expressão que, só por si, alude à mesma “realidade objetiva” de que falam os autores anteriormente citados.

Uma aparição é, portanto, “um celeste contacto”, que ali está, “no espaço exterior”, sob a forma de “uma realidade corporal ou material”, mas indubitavelmente – e nem poderia ser de outra maneira – “de origem milagrosa”.

Assim sempre se considerou terem sido os acontecimentos de Fátima: isto é, “aparições”, e não simplesmente “visões” da Virgem Santa Maria.

“Na idílica, porém rústica, paisagem da Cova da Iria, como já nos Valinhos, e no pastoreio a que se dedicavam Lúcia, Francisco e Jacinta, surgem recortes de uma outra Presença que lhes aparece e se torna sensível”. Assim resume Carlos Henrique do Carmo Silva estes acontecimentos, fazendo notar logo de seguida que “se toma aqui a aparição não como uma visão (de diversas «imagens invisíveis», de um magma fantasmático, ou de uma clarividência confusa, semelhante à da consciência onírica…), mas na aceção do aparecer visível de uma figura, um recorte presencial que distintamente se sobrepõe ao regime do mundo da perceção habitual” (p. 37 e nota 82).

As aparições de Fátima são esta presença objetiva e exterior da Virgem, manifestada aos três Videntes, presença tão objetiva como a das árvores ou das casas, ou das próprias ovelhas que pastoreavam, distinta destas ou de quaisquer outras realidades, porém, por ser sobrenatural e de origem miraculosa.

Em sentido contrário, porém, temos um texto assinado pelo Cardeal J. Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, ao tempo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, sob o título de Comentário Teológico, e incluído num conjunto de Documentos sobre «A Mensagem de Fátima», com data de 26 de junho de 2000.

O Comentário começa por recordar a distinção perfeitamente tradicional entre os três tipos de visões:

“A antropologia teológica distingue, neste âmbito, três formas de perceção ou «visão»: a visão pelos sentidos, ou seja, a perceção externa corpórea; a perceção interior; e a visão espiritual”.

Mas, depois de ter reconhecido a existência de três tipos de visão, o Comentário limita consideravelmente o seu alcance, pois, segundo ele, quer a visão seja interna ou externa, o vidente deforma necessariamente o que viu.

O Comentário exclui em seguida categoricamente que os acontecimentos de Fátima (ou de Lourdes) possam ser visões exteriores ou sensíveis, e classifica-as deliberadamente entre as visões interiores:

“É claro que, nas visões de Lourdes, Fátima, etc., não se trata da perceção externa normal dos sentidos: as imagens e as figuras vistas não se encontram fora no espaço circundante, como está lá, por exemplo, uma árvore ou uma casa”.

Para o provar, dá um exemplo que parece incontestável:

“Isto é bem evidente, por exemplo, no caso da visão do inferno (descrita na primeira parte do «segredo» de Fátima) ou então na visão descrita na terceira parte do «segredo».

Mas também não se tratou de uma simples visão espiritual ou intelectual:

“De igual modo, é claro que não se trata duma «visão» intelectual sem imagens, como acontece nos altos graus da mística. Trata-se, portanto, da categoria intermédia, a perceção interior que, para o vidente, tem uma força de presença tal que equivale à manifestação externa sensível”.

E acrescenta:

“Este ver interiormente não significa que se trata de fantasia, que seria apenas uma expressão da imaginação subjetiva. Significa, antes, que a alma recebe o toque suave de algo real mas que está para além do sensível, tornando-a capaz de ver o não-sensível, o não-visível aos sentidos: uma visão através dos «sentidos internos». Trata-se de verdadeiros «objetos» que tocam a alma, embora não pertençam ao mundo sensível que nos é habitual. (…) A pessoa é levada para além da pura exterioridade, onde é tocada por dimensões mais profundas da realidade que se lhe tornam visíveis”.

E insiste:

(…) As imagens por eles [os pastorinhos de Fátima] delineadas (…) também não se hão de imaginar como se por um instante se tivesse erguido a ponta do véu do Além, aparecendo o Céu na sua essencialidade pura, como esperamos vê-lo um dia na união definitiva com Deus”.

O Comentário nega, portanto, a realidade dos fenómenos exteriores, e não vê, nas visões de Fátima, senão uma perceção interior dos videntes. Para ele, em Fátima como em Lourdes, as figuras vistas pelos videntes não se encontram exteriormente no espaço!

A descrição da Virgem pelas crianças não seria, portanto, mais do que uma imagem daquilo que eles captaram interiormente. Por outras palavras, Nossa Senhora não teria vindo a Fátima: os visitantes não tiveram senão uma perceção interior da sua presença.

Esta leitura do Cardeal Ratzinger pode ser contestada?

Pode, claramente, em primeiro lugar porque, embora seja um texto oficial da Congregação para a Doutrina da Fé, não é uma “Instrução” nem uma “Notificação”, como tantas que o Cardeal Ratzinger assinou, recebendo depois a aprovação do Papa, que ordena em seguida a sua publicação. Veja-se como termina, por exemplo, uma “Instrução sobre as orações para alcançar de Deus a cura”, publicada em 14 de Setembro de 2000: “O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida ao abaixo-assinado Prefeito, aprovou a presente Instrução, decidida na reunião ordinária desta Congregação, e mandou que fosse publicada”.

Este modo solene de conclusão com a aprovação papal não existe neste caso, o que se compreende, porque o texto em apreço não pretende ser mais do que um “Comentário”, que intencionalmente não se reveste de especial autoridade no âmbito do Magistério da Igreja. Será legítimo, portanto, se houver razões para isso, pensar de modo diferente ou até discordar sobre matérias que nele se abordam, sem prejuízo do grande respeito que nos merecerá sempre o seu Autor.

Julgo, porém, que existem muitas razões para discordar da classificação dos acontecimentos de Fátima neste género intermédio, isto é, como sendo simples visões interiores, ainda que genuínas e de origem sobrenatural.

A verdade é que a Ir. Lúcia era de uma opinião totalmente contrária: ela estava certa de ter visto realmente a Virgem Maria, como esperava um dia vê-la no Céu. Em 1924, na comissão de inquérito canónico, foi-lhe feita esta pergunta: “Tens a certeza de que viste realmente uma Senhora em cima da carrasqueira e de que não te enganaste?”

E Lúcia respondeu: “Tenho a certeza de que a vi e de que não me enganei; ainda que me matassem, ninguém me faria dizer o contrário”.

“E quem era essa Senhora?”

Respondeu: “Antes de ela dizer que era a Senhora do Rosário, não sabia quem era; agora estou convencida de que era Nossa Senhora” (Documentação Crítica de Fátima, doc. 82, p. 324).

No decurso da sua vida, a Ir. Lúcia não teve só visões sensíveis ou aparições, mas foi sujeita aos três tipos de visões acima referidos. As inspirações que receberá do Céu em resposta às suas interrogações serão frequentemente uma perceção interior. Já a visão de Tuy (13 de Junho de 1929) deverá, pelo contrário, integrar-se no segundo tipo, pois a Ir. Lúcia diz que viu, e não há nenhuma razão para duvidar do seu testemunho. Mas as personagens ou objetos desta imagem não estavam presentes fisicamente, em particular Deus Pai: portanto, dificilmente pode tratar-se de uma visão sensível.

A visão do inferno pode igualmente ser inserida nesta categoria, visto que, como nota o Comentário do Cardeal Ratzinger, o fogo não se ateou na Cova da Iria! Claro que o inferno não esteve, fisicamente, diante dos pequenos videntes: eles viram-no graças àquela luz que emanava das mãos da Virgem.

Mas o facto de a visão do inferno ser da categoria das visões imaginativas, não prova que o resto da visão o seja, pois, como diz Adolfo Tanquerey, numa obra clássica sobre o assunto, nada impede que haja diversas perceções diferentes no decurso de uma mesma aparição. Esta dupla perceção já se produziu, aliás, na primeira aparição de 13 de Maio de 1917. Pelo reflexo vindo das mãos da Virgem, os pastorinhos viram-se em Deus: esta visão é muito provavelmente uma visão interior, que vem acrescentar-se à visão sensível da Senhora. Nas aparições de 1917, é fácil discernir as visões interiores, pois elas são precedidas de um gesto de abertura das mãos da Virgem e por um raio de luz que emana das suas mãos, como para materializar a graça da visão dada.

Mas as visões de Nossa Senhora são seguramente visões sensíveis. É seguro que a Virgem Maria apareceu aos pastorinhos sob uma forma exterior sensível. O carácter ofuscante das aparições é também uma prova da realidade do corpo glorioso da Santíssima Virgem. A Lúcia foi muitas vezes obrigada a baixar os olhos, tão viva era a luz que emanava da Virgem. O Cón. Formigão perguntou-lhe:

– Por que razão não raro baixas os olhos deixando de fitar a Senhora?
– É que ela às vezes cega (Documentação Crítica de Fátima, p. 58)

Na narrativa que fez da aparição de 13 de Outubro, disse:

“Veio no meio dum esplendor. Desta vez também cegava. De vez em quando eu tinha de esfregar os olhos” (J. de Marchi, Era uma Senhora mais branca que o sol, p. 177).

Também os fenómenos físicos que acompanharam os acontecimentos de Fátima e foram observados por numerosas testemunhas, não podem ser frutos de uma visão imaginativa. O seu número é impressionante. Esses fenómenos exteriores manifestam sem qualquer dúvida possível a presença efetiva de uma pessoa celeste.

Não só os videntes, mas também muitos daqueles que tiveram a graça de assistir (exteriormente) às aparições observaram esses fenómenos físicos, e isto em todas as aparições e não somente por ocasião do milagre do sol. Em parte nenhuma fora de Fátima, a Virgem rodeou a sua vinda e autenticou a sua presença de tantos sinais tão extraordinários. E essas testemunhas eram particularmente numerosas: cerca de 50 na 2ª aparição, 3 a 4000 na 3ª, 18 a 20.000 na 4ª, 25 a 30.000 na 5ª e cerca de 70.000 na última, estando alguns por vezes a vários quilómetros do lugar das aparições!

Por ocasião dos acontecimentos de Fátima, as testemunhas mais próximas puderam observar diversos fenómenos dificilmente atribuíveis a visões interiores. Mas outros fenómenos puderam ser observados por um grande número de testemunhas exteriores.

Foram eles os seguintes:

I – Relâmpagos, que sempre antecedem as Aparições. Trovões, no momento preciso da Aparição, ou no seu termo, e cuja origem parecia provir da azinheira.

II – Curvatura do arbusto, como se tivesse estado coberto por um manto, e com as folhas todas inclinadas na mesma direção (na segunda Aparição).

III – Perfume, de essência nova e desconhecida, evolando-se do ramo da azinheira cortado dos Valinhos, e sentido pela senhora Maria Rosa e circunstantes, após a quarta Aparição.

IV – Nubescente globo luminoso, avançado de Este para Oeste, e deslizando majestosamente através do espaço, até tocar a azinheira (na quinta Aparição).

V – Nuvem branca ou matizada, e de vista agradabilíssima, que várias vezes se formou em torno dos Videntes, com vaporizações de fumo ascendente até cinco ou seis metros de altura. E, isto, por três vezes bem distintas, na mesma Aparição.

VI – Chuva evanescente de rosas, com rosinhas brancas, maiores vistas de longe, e que, pouco a pouco, se vão tornando mais pequenas, com o aproximarem-se do chão, até desaparecendo de todo.

VII – Diminuição da luz solar em pleno meio-dia, sem nuvens nem eclipses. Viam-se a Lua e as estrelas. Este fenómeno verificou-se em todas as Aparições, à excepção da última. Quanto à primeira Aparição, não se sabe.

VIII – Milagre do Sol, que, segundo os testemunhos, consta de três fases:

  • a) O Sol torna-se opaco, com reflexos de madrepérola; pode-se fixar sem dificuldade, havendo ausência absoluta de nuvens e de eclipse;
  • b) Irradiações de cores, com rotação em feixes irisados que se difundem por todo o céu, semelhantes a fogo-de-artifício,
  • c) Movimento do disco solar, como que aumentando, ao princípio e dando a sensação de se precipitar sobre a terra; em seguida, movimento de translação do disco sobre o firmamento, de relance, tanto em linha retilínea, como quebrada.

“Em geral, podemos dividir, em das classes, todos estes fenómenos: a primeira consta de fenómenos instantâneos; a segunda, de fenómenos estáveis. Os primeiros foram os relâmpagos e os trovões; os segundos, todos os outros. Compreende-se desta forma que Fátima se tenha imposto e triunfado…” (Sebastião Martins dos Reis, “Síntese crítica de Fátima”, Junta Distrital de Lisboa, Boletim Cultural, 1987/68. p. 86-88).

O Cardeal J. Ratzinger foi eleito Papa em 2005. O seu pensamento sobre Fátima mudou?

Os seguintes pronunciamentos falam por si:

1. “Decorre hoje o nonagésimo aniversário das APARIÇÕES de Nossa Senhora em Fátima. Com o seu veemente apelo à conversão e à penitência é, sem dúvida, a mais profética das APARIÇÕES modernas. Vamos pedir à Mãe da Igreja, Ela que conhece os sofrimentos e as esperanças da humanidade, que proteja nossos lares e nossas comunidades”. (Papa Bento XVI, 13/5/2007)

2. “Prova disto mesmo é este lugar bendito. Mais sete anos e voltareis aqui para celebrar o centenário da primeira VISITA feita pela Senhora «vinda do Céu», como Mestra que introduz os pequenos videntes no conhecimento íntimo do Amor Trinitário e os leva a saborear o próprio Deus como o mais belo da existência humana.” (Papa Bento XVI, 13/5/2010)

3. “Com a família humana pronta a sacrificar os seus laços mais sagrados no altar de mesquinhos egoísmos de nação, raça, ideologia, grupo, indivíduo, VEIO DO CÉU a nossa bendita Mãe oferecendo-Se para transplantar no coração de quantos se Lhe entregam o Amor de Deus que arde no seu. Então eram só três, cujo exemplo de vida irradiou e se multiplicou em grupos sem conta por toda a superfície da terra, nomeadamente à passagem da Virgem Peregrina, que se votaram à causa da solidariedade fraterna. Possam os sete anos que nos separam do centenário das APARIÇÕES apressar o anunciado triunfo do Coração Imaculado de Maria para glória da Santíssima. (Papa Bento XVI, 13/5/2010)

4. «O meu pensamento vai para Nossa Senhora de Fátima, de quem hoje recordamos a última APARIÇÃO. À Celeste Mãe de Deus vos confio, caros jovens, para que possais generosamente responder à chamada do Senhor.» (Papa Bento XVI, 13/10/2010).

Pároco de Santa Maria de Belém – Mosteiro dos Jerónimos


Montepio. Porque é que o banco vai passar a sociedade anónima?

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

OS MENINOS DE HOJE - OBS. do BLOG: Que os Paizinhos de hoje enfiem a carapuça, e meditem nos cidadãos que andam a formar!


Os meninos de hoje

Os meninos não podem sair da nossa beira porque os meninos não podem estar sozinhos. Os meninos não podem ficar no recreio a brincar quando os professores faltam - são levados para a biblioteca ou para alguma aula de pseudo-apoio. Se os meninos ficassem no recreio a jogar à bola e se por acaso se magoassem, o que seria dessa escola! Os pais poderiam até processar a instituição de ensino! Os meninos não podem ir a pé ou de autocarro para a escola porque isso pode ser perigoso. Os meninos não se podem sujar ou magoar - os pais nunca se perdoariam (e fá-los-ia perder tempo que não têm). Os meninos andam a saltar de pais para os avós e para a escola e para o atl e para a piscina e para o inglês e para a música e para o karaté e para o futebol e para a patinagem e... Porque os meninos têm de estar sempre ocupados e nunca sozinhos; não saberiam o que fazer com o tempo livre. E os pais têm de ganhar dinheiro para os meninos andarem sempre bonitos e com roupa de marca - caso contrário, os colegas poderiam até gozá-los. E se o colega tem uma coisa, o menino também tem de ter (senão faz birra e com toda a razão). E os meninos têm de ter festas de aniversário espectaculares - e não pode ser em casa só com a família, que isso não se usa. Tem de ser com a turma toda e os amigos e os primos e tem de se alugar (e pagar) um sítio onde tenha muitos brinquedos e escorregas e palhaços e malabaristas e baby-sitters. Algum sítio onde alguém se responsabilize pelos filhos dos outros, de preferência. Os meninos, coitadinhos, são muito novos para pensar - mais vale nós planearmos a vida deles e dizer-lhes o que fazer. Mas só se eles concordarem, claro. Porque os meninos não têm culpa de nada; se se portam mal, a culpa é da educação que recebem na escola (que é o sítio onde eles devem ser educados). Os meninos não comem sopa e verduras porque não gostam Os meninos saem da mesa quando lhes apetece e passam o (pouco) tempo livre entre smartphones, tablets e computadores. Mesmo enquanto comem, coitadinhos, tem de haver alguma coisa para os entreter - e não se fala com a boca cheia. Alguns até comem com auscultadores colocados nos ouvidos - e ainda bem, para não incomodar a conversa dos adultos. Os meninos só vêem desenhos animados (e a televisão é deles quando eles estão em casa). Porque os meninos querem, os meninos têm. O que não vale é chorar - não gostamos de os ver tristes. Chora chora que a mamã dá mais brinquedos para brincares duas vezes e arrumar a um canto - a casa fica cheia deles; depois compram-se outros diferentes porque os meninos têm de ter sempre mais e mais coisas e mais experiências novas. Os meninos não ajudam em casa porque são meninos. Os meninos começam a sair cedo e os papás vão buscá-los onde e à hora que for necessário. Não há meninos burros, arruaceiros, nem medricas, nem preguiçosos, nem tímidos, nem distraídos, nem mal educados, nem maus, nem... Nada disso. Os meninos são todos bons (os melhores) e muito inteligentes. Todos. E todos os anos há meninos finalistas e festas de finalistas e viagens de finalistas e até praxes, do primeiro ao último ano da escola, porque eles são muito inteligentes e importantes, agora que acabaram mais um ano. Que bem, já tens a quarta classe - que orgulho, meu filho Ah, parece que foi ontem a tua festa de finalistas do terceiro ano... Os meninos não se podem (nem sabem) defender sozinhos; para isso é que existem os pais e os psicólogos e os professores e até os tribunais. Os meninos têm explicações desde a escola primária porque precisam de toda a ajuda possível para ser os melhores. Se não estão atentos nas aulas, a culpa é do professor. Os meninos não levam palmadas - ai se isso acontecer. Podiam ficar traumatizados, coitadinhos. Se os meninos estragam, os papás pagam. Os meninos têm direitos - mais concretamente, têm o direito a fazer o que lhes apetece porque são meninos e não têm de entender as preocupações dos crescidos. Por isso desarrumam a casa e todos os sítios por onde passam; partiu? virou? desapareceu? morreu? Não sei, eu sou apenas um menino.

Até que um belo dia, os meninos se veem subitamente fora de casa e da escola e longe de todas as pessoas e coisas que costumam controlar todos os seus movimentos (e até pensamentos). Longe daqueles que lhes disseram sempre que os meninos não são responsáveis nem culpados daquilo que fazem.

E só aí, longe pela primeira vez, começam a aprender a ser pessoas, a respeitar a liberdade e o espaço dos outros (os outros que afinal também existem! - descobrem os meninos nesta altura). Só aí entendem que cada acto tem uma consequência. E torna-se difícil - que a pegada dos meninos agora é grande e os erros notam-se como patas de elefante em cima de nenúfares. Destroem tudo porque têm de aprender e agora é muito mais complicado. Pensavam que podiam fazer tudo o que lhes apetecesse, mas afinal parece que não. Ninguém lhes tinha dito. E de repente aparecem ratos que assustam os elefantes. Todo aquele tamanho mas no fundo continuam apenas meninos que agora vivem em corpos de adultos. Ficam muito assustados (pudera) e não entendem.

Voltam para casa e perguntam aos pais: o mundo é mesmo assim, papás? Não posso atirar colchões pela janela dos hotéis? Não posso ligar extintores e estragar as paredes e camas? Porque não avisaram antes?

E nessa altura, levam um estalo - a primeira palmada das suas vidas. Deixaram finalmente de ser (e da pior forma) meninos.




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domingo, 7 de maio de 2017

ABRIL 2017 extremamente quente e extremamente seco

Abril 2017 extremamente quente
verão2017-05-03 (IPMA)

O mês de abril de 2017 em Portugal Continental foi extremamente quente e extremamente seco, tendo sido o 5º mês de abril mais quente desde 1931.
O valor da temperatura máxima foi o mais alto desde 1931 e o valor da temperatura mínima esteve ligeiramente acima do normal. Ao longo do mês (ver figura) ocorreram valores muito altos da temperatura máxima, muito superiores aos valores normais para este mês, sendo de destacar os períodos de 10 a 12 e 17 a 19 de abril.
No que respeita aos valores médios da temperatura, os dias 18 e 19 foram os mais quentes do mês, com o valor da temperatura média de 19.0°C. O valor médio da temperatura máxima foi mais alto no dia 11,com 28.0°C. No caso da temperatura mínima o valor médio mais alto ocorreu no dia 18, com 12.3°C.
No dia 18 registou-se o maior valor da temperatura máxima, 32.9°C, em Aljezur. O maior valor da temperatura mínima, 19.1°C, ocorreu no dia 12 em Portalegre.
No mês de abril verificaram-se ondas de calor, de grande duração e extensão, nos seguintes períodos:
- 2 a 24, nos distritos de Bragança, Guarda e Castelo Branco;
- 2 a 13 e 15 a 24, nas restantes regiões do Norte e Centro-Norte (com exceção da faixa costeira),  e em grande parte dos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal;
- 2 a 13, nas regiões do Centro-Sul e no Alentejo;
Esta onda de calor pela sua extensão espacial e temporal pode ser considerada a mais significativa observada neste mês desde 1941.
Em relação à precipitação o mês de abril classificou-se como extremamente seco, sendo o mais seco desde 1931. De referir que em cerca de 40% das estações da rede meteorológica do IPMA não foi registada precipitação até ao dia 29 de abril.
De acordo com o índice meteorológico de seca - PDSI, no final do mês de abril verificou-se, em relação ao final de março, um aumento significativo da área em situação de seca, em particular nas regiões do Norte e Centro com muitos locais nas classes de seca meteorológica moderada a severa. No final deste mês cerca de 96% do território estava em seca fraca a moderada e apenas a região do Algarve não se encontrava em situação de seca.

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O Monstruoso Navio HELLESPONT ALHAMBRA

O gigantesco Navio Blue Marlin

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As melhores Frases de Fernando Pessoa

sábado, 6 de maio de 2017

Mamma Mia! 2008 Meryl Streep, Amanda Seyfried || Comedy, Family, Musical

Mamma Mia! - O Filme

EXAME INFORMÁTICA SEMANAL

A música digital em Portugal vai bem e recomenda-se. Já vale 20 milhões de euros. Lá fora, ultrapassou pela primeira vez a venda em CD.




quinta-feira, 4 de maio de 2017

Portugal tem a piscina mais bonita da Europa

Portugal tem a piscina mais bonita da Europa: Fica em Vila Nova de Gaia, no The Yeatman Porto. A oitava também está em Portugal.

'Ronaldo? De cabeça, de esquerda, de direita, fica fácil para nós'

'Ronaldo? De cabeça, de esquerda, de direita, fica fácil para nós': Marcelo deixa grandes elogios a Cristiano Ronaldo, companheiro no Real Madrid.

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Show aéreo com DECOLAGEM 45° de incríveis AERONAVES ✱ Aviões comerciais ...

Alimentação de Manuel Pinto Coelho num dia normal

Moita Flores arrasa caso Maddie

Casillas: uma bicada benfiquista com resposta faz furor nas redes sociais

Casillas: uma bicada benfiquista com resposta faz furor nas redes sociais: Casillas teve uma troca de 'tweets' com um alegado adepto do Benfica.

o Porto encanta: Os Parques e Jardins para desfrutar a Primavera e ...

o Porto encanta: Os Parques e Jardins para desfrutar a Primavera e ...: A cidade do Porto está repleta de parques e jardins para aproveitar os dias quentes da Primavera e do Verão. Seja para dar bons passeios...

quarta-feira, 3 de maio de 2017

SE NÃO FOSSE FILMADO NINGUÉM ACREDITARIA | PESSOAS MAIS SORTUDAS DO MUNDO

Os desembarques mais incríveis!



Quer começar o dia com emoções fortes? Então, sente-se e aperte o cinto ( e vá travando com os pés...)

Porto & Matosinhos Wave Series 2017

Buffon e Higuaín fazem o Mónaco descer à terra

Buffon e Higuaín fazem o Mónaco descer à terra: Juventus vence por 2-0 em casa do Mónaco e está com um pé na final da Champions.

Ronaldo: mais uma noite de recordes que impressiona até quem o critica

Ronaldo: mais uma noite de recordes que impressiona até quem o critica: Internacional português continua a colecionar marcas impressionantes

Chineses da TAP passam a maior acionista do Deutsche Bank

Chineses da TAP passam a maior acionista do Deutsche Bank

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Chegada apoteótica do Óquei de Barcelos após a conquista da Taça CERS

Chegada apoteótica do Óquei de Barcelos após a conquista da Taça CERS: A equipa do Óquei de Barcelos foi esta segunda-feira recebida de forma entusiástica, no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, por mais de uma centena de adeptos que quiseram assinalar a conquista da Taça CERS de hóquei em patins.

▶ Vídeo: VÍDEO Este golo do Boavista parece saído da Playstation

▶ Vídeo: VÍDEO Este golo do Boavista parece saído da Playstation: O Boavista abriu o marcador na receção ao Tondela, através de Iuri Medeiros, na sequência de uma bela jogada coletiva da equipa treinada por Miguel Leal. O golo axadrezado surgiu aos 66 minutos.

o Porto encanta: Os mais belos monumentos do Porto ao som do Festiv...

o Porto encanta: Os mais belos monumentos do Porto ao som do Festiv...: O Festival In Spiritum está de volta ao Centro Histórico do Porto, e  como disse o seu diretor artístico, o maestro Cesário Costa, na sua ...